sábado, 28 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Cantar até morrer........

....Canção de mãe....Mom Song.......

São loucos! Deliciosamente loucos

Se fosse vendido às partes rendia uma fortuna!




A razão da minha longa ausência....o Milú ....cada pata vale uma pequena fortuna (soube-o já era tarde)! O mesmo já não se pode dizer do "cérebrozinho macho" deste gato latino....que foi com tanta sede ao pote (das gatas) que voltou de pata partida...de castigo ficaram-lhe com os "lólós" na clínica veterinária (acho que ele ainda não percebeu) e está "incomunicável" fechado numa das casas de banho de casa, onde fiz um quarto VIG (very important gato) e onde ensaia o Forest Cat

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A origem do Dia dos Namorados está na Roma antiga, no século III.

Cláudio II, proibe o casamento aos jovens, acreditando que os solteiros eram melhores combatentes que os casados. (...este Claudio pensava bem...seria mais ou menos assim - não se gastam num combate gastam-se melhor no outro - definitivamente damos cabo dos nossos Valentões , comprovadamente, há 18 séculos!)
O padre Valentim, desobedecendo às ordens do imperador, continuou a realizar casamentos até ser descoberto e denunciado e como continuasse a se recusar a cumprir as ordens foi condenado à morte.
Enquanto aguardava na prisão, o cumprimento da sua sentença, apaixona-se pela filha de um dos carcereiros, a bela Asterius (a única da lenda com nome de "macho" ou seria ainda parente do Astérix?). Antes de "partir", Valentim escreve-lhe uma carta de amor que assinava como "Teu Valentim", hoje considerado oficialmente o primeiro cartão do Dia dos Namorados.
Considerado Mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - passa também a marcar a véspera de lupercais. O lupercais era uma festa anual celebrada na Roma antiga quando ainda os lobos se passeavam próximo das casas e o deus romano, Lupercus, era invocado para manter os lobos distantes a quem, obviamente, se oferecia o festival.
No lupercais - e porque os romanos eram danados prá brincadeira -, era costume as raparigas solteiras escreverem os seus nomes em papéis que depois colocavam dentro de um frasco que os rapazes escolheriam - será que é daqui que vem a expressão que a geração do meu pai muito usava quando a vista era desinteressante - "é pá aquela é um frasco! - ".
A rapariga assim escolhida (às escuras!!!!) seria, durante aquele ano, eleita namorada do "escolhedor".
É assim que Valentim e Lupercus - até parece o início de uma declaração gay - dão origem ao Dia dos Namorados que hoje mundialmente se celebra, e que o comércio agradece, mas acrescento eu ... é uma graça ... bem que o São Valentim podia ter morrido mais vezes ... pelos cartões porque os há deliciosos ... e do "pires" ao "cartoon" ... enchem-me os olhos porque o coração eu pre(encho) todos os dias do ano porque namoro a Vida.

Aqui fica um gostinho e um xi-coração a todos os (e)namorados, conhecidos e anónimos, por esse mundo fora.



O Santo, que tem como pano de fundo um casal de namorados, suponho, e uns animaizitos que pretendendo dar um aspecto bucólico ... acrescenta graça se lhes lermos as conotações depreciativas no campo do amor...um burro, uma ovelha, uma galinha, um cão e um casal de bovinos!!!...por trás do santo sob a manga direita do manto não identifico o bichinho ... tento perdoar esta cabecinha pensadora !!!! será a mulher do cão uma vez que a aba vermelha do manto parece vestir o bichinho com uma saia?




O Cupido vai dedilhando as cordas do coração, que tem em mãos, a seu bel prazer arrancando uns trinados mais ousados aos passaritos que vão anunciando a primaVera e primasOutras...








Os lenços à semelhança dos "papelitos engarrafados", assim os imagino eu, coloridos e com floreados ... à volta dos nomes ... imaginem Asterius, Obelius e tantos outros nomes encantadoramente femininos engalanados com flores e corações...






e ... outros mais actuais, divertidos, que anunciam realidades que por mais cruéis que sejam não demovem o teimoso Santo de fazer das dele ...




.... e finalmente cartoons que denunciam as consequências, umas mais desastrosas que outras ...



... de quem ama incondicionalmente!

... e finalmente mais um "Post Scriptum" que adicionei depois de ler o último do confessionário homenageando assim a entrada de hoje do Carde...
QUE BELLA! PARECE UNA BOTELLA realizam agora a diferença entre FRASCO e BOTELLA?

Vitas 1

Violinistas encapuçados de Bumac Vitas ... no You tube

Vitas2

Acho fabulosa ainda que macabra esta interpretação da música

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Eu também fiz cábulas...


mas não era esta a "matéria"

A minha caixa de pincéis......de 2007


........que não cheguei a acabar de pintar...pq há coisas para as quais não há cores....e depois deu-me uma IRRITAÇÃO e acabou na lareira...de alguém!...mas não faço isto às CAIXAS todas, só às minhas.

O bonequinho de madeira é giro!...mas coitado se da primeira vez acabou engolido por uma baleia...desta vez quis o destino que a "baleia" o pusesse no lixo de uma qq 5ª feira para aquecer alguém...tadito!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Que bom seria

Que bom seria começarmos ao contrário. Velhinha nasceria com tempo para tudo e carregada de sabedoria trazida de um outro tempo. Saber de tudo da vida, ter experiência e tempo para ter tempo! Seria uma velhinha muito amada e mimada porque seria um projecto de vida e não o princípio de um fim. Depois iria à escola, trocar sabedorias, com todo o tempo do mundo sem cabular, sem faltar, sem trepar secretárias e sem mandar sms nem ouvir mp3 em plena aula, uma aula de saber, saber sem programas, sem métodos, sem professores. Rejuvenescendo faria a escola aproveitando o bom que é estar sentada a aprender... sobravam-me então, dos 100 anos, mais uns setenta frescos anos para descobrir a vida com calma, com tempo, a amar, a dançar, a partilhar...quem sabe a rufar! e a trabalhar naquilo que mais prazer me desse, a pintar, a jardinar e continuando a rejuvenescer iniciaria o FLAUSINAR, já sem reumático nem osteoporose, EM PLENOS 50 anos ... até aos quinze... e depois irreverente, irresponsável, corajosa e ágil, com os bancos enfadonhos de escola feitos, iria ficando menina, ingénua e crente e seria mãe, mãe de uma outra "sabedoria" qualquer, sabedoria independente e autosuficiente, e descansada e ingenuamente morreria, de tarefa cumprida e já na ignorancia do berço, ... sem saberes, sem dores, sem tormentos, sem medos, sem lembranças, sem peso no corpo e linda...pronta para ser um anjo.

(e a pele...ao invés de esticar encolhia....OU ERA MESMO TUDO AO CONTRÁRIO...ou já me estou a ver afogadinha no meu "vison"!)

...mais um bocadinho...


...!...e arranjo um 31!!!!

Que será que vem aí?...e é "meu"?


A Primavera...
será?...!
...que mais poderá ser?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Um miminho - em português - da Norma

As mãos da minha mãe
são como os pássaros no ar
Histórias de Cozinha
entre as asas feridas de fome.

As mãos da minha mãe
sabem o que acontece
logo pela manhã
quando amassam a vida
fornos de barro,
pão da esperança.

As mãos da minha mãe
Chegam ao pátio cedinho
e transformam tudo em festa
quando voam
junto aos pássaros
junto aos pássaros
que amam a vida
e a constroem com trabalho
arde a lenha, a farinha e o barro
o dia-a-dia
torna-se mágico.

As mãos da minha mãe
Representam um céu aberto
e lembranças esquecidas
roupas quentes no Inverno.
Transmitem calor
São nobres, honestas, completamente limpas

Como serão as mãos
Daquele que as move
Em benefício do ódio?

Peteco Carabajal

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A Força das minhas Asas











Adam and Eve Expelled from Paradise - Chagall
"Via-lhe as mãos e sentia-as macias. Eram lindas, bem construídas de força e saber. Recordavam-me horas de bordar, podar, ler, escrever e contar e faziam-me chegar o cheiro das tardes de enrolar biscoitos. Os meus olhos estavam quentes e dolorosamente secos fechei-os… e … sentindo-a pairar… abri-os de novo para me despedir depressa daquele imenso corpo companheiro que tantos colos me dera … e voei de mãos dadas com ela."


Tentativa de tradução (de mãos dadas com o ex-marido...também é voar)


Miraba sus manos y las sentía suaves. Hermosas, bien construidas de fuerza y conocimiento mi recordaban las horas de bordar, podar, leer, escribir y contar. Través ellas llegaba muy suave el olor de las tardes enrolando biscochos. Mis ojos, calurosos y doloridamente secos, los cerré... y la sentí flotando... los abrí nuevamente para despedirme rápido de aquello inmenso cuerpo compañero que tanto regazo me regalara. Floté con ella, manos enlazadas.


Ligações a outros alados:


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